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Crônicas soluárias (?)

Idealismo, lirismo, literatura e filosofia social enclausurados no sentimento de vazio da pós-modernidade.

30.12.07

Quase completamente


Quando soou seu celular naquela manhã, ela já sabia o que estaria para acontecer. Seria ele, falando que estaria na rodoviária e que a esperava para buscá-lo. Talvez pedisse apenas a confirmação do endereço para que pudesse pegar um táxi. De qualquer forma, haviam combinado. Era chegar e entrar em contato. Antes mesmo de ver a mensagem, foi ao quarto e colocou uma roupa que, se não era a melhor que tinha, era uma que realçava sua sensualidade e que fazia com que se sentissem bem e linda.

O caso era o seguinte: eram amigos há tantos anos e já haviam sim trocado juras e se beijado às escuras longe dos olhares gulosos daqueles que se preocupavam com as vidas dos outros. Mas isso fora há anos atrás. Recentemente, ela se mudara para aquele lugar paradisíaco, acima das montanhas, distante poucas centenas de quilômetros da capital na qual deixara toda sua história para trás. Capítulo extenso desta história houvera ocorrido dentro da universidade, onde o conhecera. Combinavam uma visita dele fazia algum tempo, mas fora exatamente agora onde se haviam juntado num mesmo instante fatores como: feriado prolongado, dinheiro sobrando e uma forte vontade de se re-encontrarem. Misture-se isso tudo e a viagem estava marcada. Ela mal se continha em sua ânsia de revê-lo e contar-lhe todas as histórias de sua vida ali, as pessoas à sua volta, a falta de intelectuais para discutir as mais profundas angústias da existência humana, o comportamento das pessoas, diferenças culturais, a música, a arte, a dança, filosofia. Era com ele que planejava passar horas descontraídas a beber um vinho e planejar futuros clubes de literatura semanais quando voltasse à viver na cidade. Sentia falta de pessoas interessantes, pessoas que tivessem, dela, a mesma raiz e soubessem conversar como nos velhos tempos. Sentia falta disso e ansiava por vê-lo.

Apesar disso, ora bolas, era uma mulher. E ele, um homem. Embora gostasse sim dele e achasse agradável -- agradabilíssima! -- sua companhia, deveria deixar claras as coisas desde o começo: não queria ficar com ele, não queria beijá-lo e não se amariam. Já havia preparado o roteiro desta conversa, que deveria acontecer tão logo ele aportasse em sua casa. Haja vista que era ela uma mulher um tanto quanto conservadora e não queria que ele a pensasse como uma devassa que chamaria um sujeito distante centenas de quilômetros apenas para que tivessem uma boa foda. Isso jamais! Não era de sua índole. Não passaria por uma devassa, uma puta. Isso jamais! Inclusive já havia deixado claro em mensagem eletrônica enviada dois dias antes que seria este o caso: ele que não pensasse estar indo para consumar algo que jamais existira. Se fosse esse o caso em sua cabeça, ele nem precisaria ir. Mantinha a pose de boa moça e havia sido correspondida: ele respondera dizendo que não, imagine!, iria para conhecer sua cidade e conversar sobre os velhos tempos. Seria isso e apenas isso. Agora, já pronta para sair de casa, eis que verifica a mensagem em seu aparelho celular: "Querida, infelizmente aconteceram alguns incovenientes por aqui que impediram minha visita. Peço desculpas e espero poder revê-la tão breve quando possível. Com carinho, (...)".

Peço desculpas ao leitor por não conseguir ao certo descrever qual fora o exato sentimento que nossa protagonista sentira ao ler aquela mensagem: espanto, indignação, tristeza, raiva, descrença, raiva, agonia, raiva, raiva, ira. Jogou o celular no chão e os pedaços voaram para um lado e para o outro. Sentou-se no sofá, desmilingüida. Estava sozinha. Estava sozinha mais uma vez. Sozinha, como há tanto tempo. Agarrou seus joelhos em volta das mãos e chorou um pouco. Levantou-se nervosa e gritou: "filho da puta!". Repetiu o elogio mais algumas vezes. Forçou a garganta tanto quanto podia. Foi à janela como fazendo questão que os vizinhos a escutassem. Realmente, foi o caso. Sabe-se lá o que pensaram disso. Deitou-se mais uma vez e pensou agora nele. Lembrou de sua presença, de sua forma, seu cabelo, seu nariz e sua boca bem contornada. Ora, o que estava fazendo? O que tinha feito? Só agora percebia sua burrice: ela o amava. Ela o amava muito. Ela sentia sua falta, queria sua presença perto, queria sentir aquela confiança, aquele desejo, queria sonhar. Queria sonhar com véu e grinalda e filhos e... "Filho da puta!", gritou mais uma vez. Mas era burra também, pensou. Porque se fizera de difícil?, porque não dissera mais vezes que queria vê-lo?, porque não assumia seu amor?, sua paixão?, seus anseios?, por que não os havia admitido nem para si mesmo? Leu de novo a mensagem e enquanto chorava pensava que porra de incovenientes teriam sido aqueles que teriam feito seu amado deixar de ir vê-la. A porra do incoveniente, respondeu-se, teria sido mesmo, muito provavelmente, sua mensagem que tirava dele todas as chances de tentar algo. Por que teria mandado aquela mensagem? Por que? Por quê? Porquê? Ainda chorava no sofá quando a campainha tocou, decerto algum vizinho incomodado com a gritaria ou querendo saber se ela precisava de ajuda. Mas não queria ver ninguém. Calou-se. Fingiu-se de morta. A campainha tocou outra vez. Pensou em gritar que não estava, mas preferiu novamente fazer-se de ausente. Respirava devagar, agora. Não notariam que havia alguém dentro da casa e, rapidamente, iriam embora. Realmente parece ter sido este o caso. Por uns dois minutos, nada mais se escutou. Ela então levantou-se e foi ao banheiro lavar o rosto. Foi de lá mesmo que escutou a campainha tocar mais uma vez e alguém gritar seu nome. Espere aí?! Seria esta a voz dele? Aquietou-se por um segundo. Ficou imóvel. Ouviu de novo a campainha e o grito: "Você está em casa?". Sem dúvida, era a voz dele mesmo! Era ele, era ele, era e-le! Filho da puta! Desgraçado!

Correu para a porta e abriu com velocidade, assustando o rapaz. Nervosa que estava, deu-lhe um abraço rápido e o empurrou para dentro. Fechada a porta, o rapaz tinha um sorriso no rosto e flores nas mãos. Ainda tomada pela surpresa, deu-lhe, a garota, um tapa na cara! Isso não se faz, gritou dando-lhe de dedo. Isso não se faz, seu... seu engraçadinho de merda! Você não sabe o furor sentimental que me deixou com essa sua mensagem falsa, seu desgraçado! Como você pôde fazer isso comigo? Está louco, está louco? Sentou-se no sofá e respirou fundo. Precisava se controlar, era ela quem passava por louca. Respirava profunda e lentamente, fechava os olhos. Era hora de se controlar. Sentiu que ele se sentava a seu lado. Percebeu em sua expressão, seu assombro. Pediu-lhe desculpas, ele não sabia que ela iria se descontrolar, queria apenas divertí-la. Tinha agido mal, muito mal. O rapaz também desculpou-se, disse que queria apenas fazer-lhe uma surpresa, entregar-lhe inesperadas flores, queria seu bem, sua felicidade. Desculpou-se outra vez. Disse que fizera boa viagem e que achara a cidade agradável, tanto quanto havia podido conhecer da rodoviária até ali, não era muito. Havia trazido um presente também, um livro. Ela abriu os olhos, acalmava-se. Recebeu o presente, um Saramago, segundo ele, o melhor dos que havia lido. Lado B, mas muito bom. Ela finalmente sorriu. Acalmara-se. Deu-lhe um abraço, um beijo, pediu também desculpas, estava muito estressada esses tempos, mas era bom revê-lo. Era bom que tivesse feito boa viagem, era ótimo que estivesse ali. Gostava muito dele, sim, mas não era para ele pensar que só por estar ali e tal, que havia alguma coisa entre eles. Eram amigos e iriam apenas passar tempos juntos. Eram quase irmãos, era como se fossem do mesmo sexo. Conheciam-se há tanto tempo e não seria agora que aquilo que se passara em sua juventude iria aflorar novamente. Não seria agora. Não seria, ok? Ele concordou, parecia insatisfeito. Disse que tudo bem, entendia o ponto.

Conversaram, escutaram músicas, discutiram literatura e filosofia, lembraram os velhos tempos e falaram dos amigos em comum. Passaram quatro dias de completo júbilo e quando ele entrou no ônibus para partir, ela sentiu novamente que o amava. Mas foi apenas quando o ônibus já ia longe na rua e quando suas mãos pareciam tão pequenas dada a distância, foi aí que ela gritou que o amava. Gritou alto, encheu os pulmões, disse que nunca houvera sido tão feliz quanto naqueles dias. Voltou então para casa, refeita, a pensar em casamento e lua-de-mel e filhos. Talvez falasse com ele sobre isso nos dias seguintes. Combinariam enxoval, casa nova e todas essas coisas. Ela o amava e estava quase completamente certa disso.

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16.12.07

Uma crônica daquelas...


Ora, a melancolia. A alma humana não parece lidar bem com o desconhecido sobre o que virá. Escuto Beth Carvalho cantando ao fundo desta crônica: "O que será o amanhã? O que irá me acontecer?". Imagino minha vida apenas nos próximos vinte e cinco dias. Depois, só vejo uma nuvem densa, acinzentada, não consigo identificar pessoas, coisas, trabalho, nada. Estarei na França dentro deste número de dias, aproximadamente. Quando voltei da Inglaterra tinha uma certeza: só iria novamente para a Europa se fosse casado. Enfrentei os diabos sozinho lá na terra da rainha e cheguei a ficar traumatizado. Como tem gente que gosta daquilo?, perguntava a mim mesmo. Mas eis que a Roda Viva da minha vida passa sempre por destruir certas certezas do passado. Destruirei mais essa, estou certo.

Ultimamente, ando pelas ruas escutando músicas. Vida e música têm sido para mim uma coisa só. Escuto músicas em casa, no carro, andando, divagando. Tenho por vezes a impressão que se passa diante de mim um filme da minha vida, com trilha sonora. Vejo-me espectador do filme e pergunto-me: quem sou eu? Quem é esse cara? No filme, não apenas escuto músicas como também as toco, diariamente. Aprender a tocar e a entender como os humanos representam os sons tem me dado um grande prazer. Ando entendendo melhor o que é a música, o que é tocar, o que é o ritmo, a harmonia, a melodia. Tem hora que viro músico até: nessas horas respiro o ar que entra em meus pulmões e sei que aquele quem respirou o ar foi um músico. É estranho, mas acontece.

Dividido entre a música e o estudo da língua francesa, larguei um pouco da literatura. Lembro de um DVD do Chico Buarque onde ele diz que ora faz música, ora faz literatura. Sou fã do Chico e quase sempre concordo com suas opiniões lúcidas, líricas e inteligentes. Era ele quem me acompanhava muitas noites quando eu voltava da universidade de Würzburg para casa e me abrigava na solidão do meu quarto, onde meu forte interesse por música começava a adquirir um caráter de estudo rigoroso. Os últimos seis livros que comprei falavam sobre música ou tinham partituras de músicas brasileiras. Serei um músico um dia, se o destino me permitir. Destino este que não me deu o dom auditivo, mas que desafio através do estudo insistente e apaixonado. Destino este que já pensei ser completamente o acaso, nada com nada, nenhuma força guiadora. Destino este que nem sei mais o que penso hoje. Sou um cientista, acredito na força da razão, tenho uma crença justificada na ciência, acredito na ordem e no estudo da ordem que encontramos no mundo. É isso que guia a humanidade, é isso que promove a evolução dos memes (idéias). A evolução dos memes é como a evolução dos genes. Não há melhor ou pior, há uma cadeia de inter-relações e desejamos apenas observá-los e entendê-los. Não taxemos a eles quesitos morais. A religião já foi a base da cultura ocidental. Ah, esse tempo passou. O dinheiro também já foi, o desenvolvimento. Ah, este é o tempo que está passando. Há a inércia, as coisas não mudam de uma hora para outra. O tempo é rei, diria o Gil. Há ainda a religião e o dinheiro. Mas essas coisas passarão quando o super-homem de fato emergir. O filósofo do porvir sabia disso tudo, ele conseguia perceber que os idiotas não mudariam assim tão fácil suas cabeças. E agora: e agora?

É estranho não saber nada de seu futuro. É estranho sentir algo dentro de você que diz que é essa sua vez de enfrentar o mundo novamente. Sinto isso. Preciso ir não sei porquê, mas sei que preciso. Na verdade, sempre soube. Meus planos consistem em ficar lá por mais um-dois anos e então voltar para cair nas graças, finalmente, do meu povo, da minha cidade, da minha cultura. E então talvez me enterrar mesmo por aqui, como uma planta a criar raízes: montar um apartamento de verdade, pensar em alguém por muito tempo, deixar de ser nômade. Um dia estarei farto de ser um cigano. Mas agora sinto o sopro da liberdade abraçar-me por inteiro. Nem sei quem sou. Preciso sair para novamente me encontrar. Confio em mim, não vou me perder (acho que não). Vou ser músico e vou ser cientista. Vou ser gentil e agradável. Serei bom e não serei o melhor. Não quero ser o melhor e, cá entre nós, tenho bastante medo do sucesso. Hoje minha irmã disse que duas pessoas que ela conhece falavam de mim. Isso me aflige. Não gosto de ser reconhecido. Vou a alguns bares aqui de BH e sei que os donos e as pessoas e muita gente me conhece. Queria ter aquele aparelho que o Tom Cruise usa naquele filme -- será o Minority Report ou o Vanilla Sky?, não me lembro agora -- e que transforma totalmente seu rosto: ele fica horroroso! Ah, como eu queria essa aparelho... E digo isso tudo porque, no fundo, sei que sou um bosta. Nasci mané, cresci mané e vou morrer mané; mané-é! Escuto a música do Beatle e entendo-o como nunca: "I'm a loser". O Beatle ficou conhecido só para que um idiota chegasse perto dele e lhe desse um tiro nas fuças, sem motivo algum. Um loser assassina outro loser. Um loser escreve textos aleatórios sem uma lógica argumentativa coerente.

Perdi a prática da escrita. As palavras saem de mim agora como uma faca, não mais picanhamente macias e tenras como outrora. Nem sei o que escrevo, nem sei o que penso. Quanto mais vivo, menos entendo do mundo. Meu eu-adolescente entendia perfeitamente como o mundo funcionava. Ah, quanta inocência. É a perda da inocência que nos transforma em adultos. Odeio as frases simples que tentam de uma só vez dar conta de todo um processo altamente complexo. O mundo é centenas de vezes mais complexo do que podemos imaginar. Mas há padrões e podemos saber sobre os padrões, isso é claro. Mas há tanta coisa a mais entre céu e terra... serei um iluminista ou um romântico? Não sei mais o que sou e continuo em busca de mim mesmo sem me encontrar. Crônicas virarão música, um dia? Quanto mais viverei? A nuvem densa e cinza que barra minha visão de meu próprio futuro tem cheiro de morte. Não temo a morte e, de mais a mais, viver é morrer lentamente. Um dia ela virá e só neste momento é que estaremos verdadeiramente livres, integrados a todo o cosmos, em harmonia com o universo. A vida é de fato uma luta contra as leis básicas do universo, a vida é um estado altamente organizado e particular -- sabemos que ela vai contra a segunda lei de Newton, a lei de que tudo tende ao estado mais caótico, mais entrópico, mais energético. A vida é um acaso, uma exceção. A vida é linda! Apreciar a beleza da vida -- qualquer vida -- é algo que todo biólogo de verdade deve trazer consigo. Estudar como a vida é possível e como funciona é algo que me motiva fortemente. Mas antes que confundam o que tenho a dizer: sou a favor do aborto. Vida é vida, sociedade é sociedade.

Nem sei mais sobre o que falo. A nuvem está ali parada há menos de vinte e cinco dias de distância. Agora a nuvem ficou negra, de repente. "O medo ao lado negro leva", diria o mestre Yoda. Não hei de temer, sei que a nuvem há de clarear e me apresentar coisa novas, ensinamentos, dificuldades e felicidades também. Felicidades também? Serei um pessimista? Depois da nuvem negra, entretanto, vejo-me aqui de novo: de volta a BH. Serão outros tempos, outras idéias, outras coisas, outro eu. Um outro e o mesmo. Um Brasil melhor me esperará, um Brasil que vai crescer muito nesses próximos anos. Crescer com mais igualdade, eu espero sinceramente. As coisas vão melhorar mais rápido do que se pensava. Serei um otimista? Mas há a tal da inércia e ontem mesmo meu carro foi arrombado. Já fui assaltado mais de 10 vezes e continuo acreditando no acaso. É melhor do que pensar que sou um azarado ou que o mundo conspira em meu descrédito. Não sou pessimista. De fato, sou um sortudo. Nasci em uma família boa, tive boa educação, boa alimentação, cuidado com a saúde, diversão e tudo mais. Creio ter herdado as melhores características dos meus pais: de um e do outro. De fato, sou um otimista. Minha mãe ensinou-me a ser social, saber conversar, entender, ouvir, viver, ser alegre e me divertir. Com meu pai aprendi a gostar de minha profissão, ser responsável, disciplinado e perfeccionista: tento fazer todas as coisas da melhor forma possível. Ter um filho e educá-lo bem é fazer o bem para o mundo, é tornar o mundo um lugar melhor. Trago dos meus pais esse legado e essa responsabilidade e espero passá-las tanto para os meus filhos como também para todos aqueles que forem influenciados por estas letras.

Todo esse mundo, essa sociedade, esses países, essas políticas unilaterais: está tudo errado! Mas nós podemos e devemos trabalhar para o seu bem, o bem geral, uma sociedade igualitária. Ou então, morrermos tentando. Você pode dizer que sou um sonhador, mas não sou o único. A sociedade é composta de indivíduos e somos nós quem fazemos a sociedade. Já é Tarde para entendermos realmente o papel de cada um na estrutura da sociedade. O mundo, meu amigo, é o que fazemos dele. Seja responsável, seja justo e aja com parcimônia. Jogue o lixo no lixo, recicle, conheça as pessoas, ande sem pressa, pense no mundo, proteja o meio-ambiente e toda a diversidade que encontrar pelo caminho. Não tenha preconceitos, não seja cruel, ajude, tenha calma, respeite, proteja, passeie, esqueça e depois se lembre, aprenda, aprenda mais e então aprenda sobre outra coisa que antes não lhe trazia qualquer interesse. Trate bem as pessoas, tente entendê-las mesmo quando elas são hostis com você, não pare frente a desafios, não desanime, emagreça, seja saudável mas fume um cigarrinho de vez em quando, pergunte e pense mais antes de formar uma opinião que vá defender. Tenha cuidado ao influenciar pessoas. E, por fim, não se esqueça: curta com seus amigos, faça novos amigos, divirta-se em todos os momentos de sua vida, viva o presente, procure alguém especial sem qualquer pressa, encontre esse alguém e despeje nele ou nela todo seu amor. Ame desesperadamente e faça de sua vida eterna, como seu amor, enquanto ela durar. Carpe diem, mon ami!

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